E lá vem mais um dia 12 de junho, de mais um ano qualquer. Algumas pessoas têm sinas. Umas terão a sina da enxaqueca, outras de terem chefes ruins, outras de terem um trabalho enfadonho, outros de terem facilidade para emagrecer, outros para o vício do álcool e outros para viverem atabalhoados com o fundo negativo na conta bancária. Bem, eu tenho um chefe insuportável, em certos momentos e um trabalho enfadonho. Mas, por ser meu primeiro “trabalho” e por ser meu primeiro chefe, relevo essa sina. Talvez, nem seja uma.
Mas, sina é você ter que conviver eternamente, e quando digo eternamente, é entrar ano e sair ano e ter que ver o 12 de junho passar, sem você, ao menos, poder dar um beijo na pessoa que se ama. Por um infortúnio, desde meus doze anos, convivo com essa realidade amarga. O mundo tem essa facilidade de trazer pessoas e leva-las para outras. Pois bem, o destino de uns é justamente não ter o que levar e o que trazer. Ou ainda, trazer, você amar, querer, desejar e inúmeros fatores impedirem.
Esse ano, minha terça-feira será extremamente normal: nenhum telefonema fora do comum, nenhuma rosa, nem sequer uma pétala e deixar o lençol esquentar meus pés. Que todos os namorados sejam muito felizes. E que as pessoas que têm seus namorados ou suas namoradas, saibam dar valor, pois não há coisa mais agradável que se sentir querido, por alguém que não seja seu/sua amigo/a ou da sua família.
Bem, eu não sei o que é estar junto da pessoa querida no dia 12 de junho e espero que vocês que passarão acompanhados relevem os defeitos bobos, as manias tolas, esqueçam as brigas que não dão em lugar algum e sejam felizes. Aliás, que sejam muito felizes!
Mas, sina é você ter que conviver eternamente, e quando digo eternamente, é entrar ano e sair ano e ter que ver o 12 de junho passar, sem você, ao menos, poder dar um beijo na pessoa que se ama. Por um infortúnio, desde meus doze anos, convivo com essa realidade amarga. O mundo tem essa facilidade de trazer pessoas e leva-las para outras. Pois bem, o destino de uns é justamente não ter o que levar e o que trazer. Ou ainda, trazer, você amar, querer, desejar e inúmeros fatores impedirem.
Esse ano, minha terça-feira será extremamente normal: nenhum telefonema fora do comum, nenhuma rosa, nem sequer uma pétala e deixar o lençol esquentar meus pés. Que todos os namorados sejam muito felizes. E que as pessoas que têm seus namorados ou suas namoradas, saibam dar valor, pois não há coisa mais agradável que se sentir querido, por alguém que não seja seu/sua amigo/a ou da sua família.
Bem, eu não sei o que é estar junto da pessoa querida no dia 12 de junho e espero que vocês que passarão acompanhados relevem os defeitos bobos, as manias tolas, esqueçam as brigas que não dão em lugar algum e sejam felizes. Aliás, que sejam muito felizes!
Vivi
3 comentários:
Que lindo, Vi!
O dia dos namorados tem uma mágia diferente, porém... é um dia normal.
Beijocas.
Cê.
Pois é, Cê, mas queria muito conhecer essa normalidade mágica...
Beijocõoess!!!
Vivi
Poxa, Vivi. Esse post foi pesado.
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